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O que é mamografia?

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A mamografia é um exame de imagem (raio-X) feito na região das mamas, que permite detectar a existência de nódulos, assimetrias mamárias, microcalcificações, entre outras alterações e lesões que ainda não são perceptíveis e palpáveis.

O teste é realizado por meio do mamógrafo, um aparelho que compressa as mamas, a fim de obter uma imagem detalhada da região.

Seu principal foco é diagnosticar se há presença de câncer de mama. Portanto, mulheres que apresentam os primeiros sinais da doença devem fazer a mamografia imediatamente. Além disso, o teste é indicado a partir dos 35 anos e em jovens que possuem alto risco de contrair a doença.

No Brasil, a mamografia é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) à todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.


COMO É FEITO O EXAME DE RAIO X

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O paciente e a máquina que irá fazer o exame são posicionados de acordo com o local do corpo a ser examinado. O técnico que realiza o procedimento dá orientações ao paciente sobre o que fazer antes, durante e depois do registro da imagem.Por vezes é necessário respirar fundo, prender a respiração ou manter uma determinada posição por alguns segundos, para o melhor registro da imagem. Os raios emitidos pela máquina não machucam. Ele passam através do corpo e “marcam” uma placa sensível, gerando a imagem do local desejado.


Contraindicações para o exame de densiometria óssea

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Contraindicações para o exame de densiometria óssea

  • Mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, por conta da radiação
  • Pessoas que fizeram exame com contraste de iodo ou bário não podem fazer a densitometria óssea durante uma a duas semanas a depender do contraste utilizado (tempo para que seja eliminado do corpo), pois este interfere no resultado. Outros exames radiológicos como os de cintilografia devem ter um intervalo de eliminação determinado pelo médico
  • Cirurgia ortopédica extensa ou prótese extensa na região avaliada: no caso de pessoas que tem próteses em um fêmur, é feita a avaliação do outro. Para pessoas que tem prótese na coluna, é feita uma análise do fêmur e outra do antebraço
  • Obesidade grave: a maioria dos aparelhos para a densitometria óssea suporta até até 160 kg. Alguns aparelhos suportam até 200 kg

Densitometria Óssea – Para que serve e quem deve fazer esse exame

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Osteoporose ou osteopenia são afecções que acometem os ossos. Enquanto a osteoporose tem como característica principal a perda gradual da densidade mineral óssea, a osteopenia apresenta menor densidade mineral óssea do que o normal. Quem é diagnosticado com osteopenia corre o risco de mais tarde apresentar um quadro de osteoporose. Mas e como são feitos esses diagnósticos? Por meio da densitometria óssea.

Densitometria óssea: para que serve?

A densitometria óssea é o exame que vai avaliar e diagnosticar casos de osteoporose ou de doenças que atingem os ossos. O exame mede a densidade mineral dos ossos – aferida com base na concentração de cálcio – e a compara com valores de referência, considerando a idade e sexo do paciente. Ele detecta a redução de massa óssea precoce e precisamente e aponta qual tipo de intervenção precisará ser feita.

Como é realizado o exame

O exame é realizado por meio de aparelhos que avaliam a coluna lombar, o terço distal do radio e a região próxima ao fêmur – por serem essas áreas as mais sujeitas ao risco de fraturas. Os aparelhos utilizados para realizar o exame são rápidos e o paciente tem uma baixa exposição à radiação. É um teste rápido, pode durar de cinco a 15 minutos. É indolor e não invasivo. Não há a necessidade de preparo especial para a realização do procedimento, apenas se recomenda que o paciente não tome suplementos que contenham cálcio, uma vez que isso pode interferir no resultado, resultando em um diagnóstico errado. O que também pode interferir em um resultado do exame de densitometria óssea é a realização anterior de exames com contrastes, feitos até três dias antes.

Quem deve fazer o exame

A densitometria óssea é indicada principalmente para casos de fatores de risco:
• mulheres na menopausa;
• pacientes com osteopenia;
• pacientes com tireoide;
• quem tem histórico familiar de fratura ou de osteoporose;
• sedentários;
• fumantes;
• quem tem doença reumática, doença gastrointestinal ou cálculo renal;
• pacientes que fazem uso contínuo de corticóides e quem tem hiperparatireoidismo primário.

Quem já foi diagnosticado com osteoporose, deve realizar o exame para verificar os resultados do tratamento. Também é indicado para pessoas que tenham problemas hormonais e de tireoide, e para quem tem convulsões frequentes – normalmente esses indivíduos tendem a ter problemas com osteoporose.

Mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos devem realizar periodicamente o exame. Quem tem deformidades da coluna ou quem fez cirurgia da coluna tem limitação para realizar o exame.


VANTAGENS DO EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

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Uma das principais vantagens desse exame é o fato de não utilizar radiação ionizante. O paciente é colocado dentro de um aparelho semelhante a um tubo e, em seguida, o técnico responsável pela realização da ressonância ativa a emissão de ondas de rádio, que percorrem a parte do corpo escolhida para o exame, mapeando-a.

Para que esse mapeamento seja correto, o paciente precisa ficar imobilizado, pois um deslocamento de apenas 3 milímetros pode inutilizar completamente o procedimento.


QUANDO O EXAME DE DENSIOMETRIA ÓSSEA É INDICADO

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O exame de densitometria óssea é indicado para mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos. Entretanto, pode ser indicado para mulheres abaixo de 65 anos e homens abaixo de 70 anos que preenchem um dos critérios abaixo:

 Baixo Peso (Índice de Massa Corporal menor que 18,5 kg/m²)
 Fratura Prévia
 Medicações que aumentam o risco de osteoporose
 Doenças que aumentam o risco de osteoporose
 Monitorar osteoporose já diagnosticada
 Monitorar tratamento.


TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

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O EXAME

A tomografia computadorizada é muito utilizada como método de estadiamento, para avaliar a extensão do tumor primário e confirmar ou afastar a presença de metástases.

É um recurso muito útil no diagnóstico de doenças frequentes em Oncologia: acidentes vasculares cerebrais, embolias pulmonares, aneurismas, compressões de medula espinhal por metástases ósseas, presença de edema cerebral, derrames pleurais, pericárdicos e peritoneais, entre outras.

A tomografia computadorizada pode ser empregada para guiar os procedimentos minimamente invasivos, através dos quais realizamos biópsias, ablações para destruir tumores através do congelamento ou de ondas de ultrassom que aumentam a temperatura local.

Tomografias computadorizadas de crânio, tórax e abdômen são realizadas com administração de contraste intravenoso, que contém iodo. Nas abdominais e pélvicas, a administração de contraste por via oral deixa o tubo gastrintestinal bem definido